Jurisdições classificadas como paraíso fiscal pela Receita Federal brasileira (IN 1.037) e pela União Europeia levantam suspeita de planejamento tributário agressivo ou ocultação patrimonial. A API detecta automaticamente — a cada acesso.
Gestoras de patrimônio, family offices e plataformas de investimento monitoram o perfil transacional dos clientes — mas não a origem geográfica dos acessos. Um cliente operando consistentemente de uma jurisdição de tributação favorecida pela Receita Federal é um sinal que deveria acionar due diligence reforçada. Hoje, esse sinal passa invisível.
O acesso a partir de paraíso fiscal não é prova de irregularidade — mas é sinal que exige due diligence documentada. Ignorar o sinal, sim, é falha de compliance.
Cliente de alta renda acessa a plataforma de gestão de patrimônio consistentemente a partir de IP nas Ilhas Cayman — jurisdição na lista da RFB. O acesso aciona flag is_tax_haven_rfb: true e requer due diligence documentada.
Acesso originado de jurisdição que aparece nas duas listas simultaneamente — Receita Federal brasileira e União Europeia. Exposição regulatória ampliada para instituições com operações ou correspondentes internacionais.
Acesso originado de VPN com ponto de saída em jurisdição de tributação favorecida. Combinação de mascaramento de identidade e origem em paraíso fiscal eleva o nível de risco e exige escalonamento imediato.
Cliente com endereço declarado no Brasil realiza a maioria das operações de alto valor a partir de paraíso fiscal. O padrão recorrente, visível no histórico de consultas, é sinal mais forte do que um evento isolado.
Envie o IP do acesso. Receba os flags de paraíso fiscal conforme a lista da Receita Federal brasileira e da União Europeia — além do contexto completo de risco, sanções e mascaramento.
{
"prismadata__ipinfo__input_ip": "104.156.xx.xx",
"prismadata__ipinfo__country_code": "KY",
"prismadata__ipinfo__country_name": "Cayman Islands",
"prismadata__ipinfo__continent": "Americas",
// — Nível de risco —
"prismadata__ipinfo__risk_level": "medium",
"prismadata__ipinfo__bacen_alert": true,
// — Paraísos fiscais — os dois flags que importam —
"prismadata__ipinfo__is_tax_haven_rfb": true,
"prismadata__ipinfo__is_tax_haven_eu": true,
// — Sanções (neste caso, sem sanções ativas) —
"prismadata__ipinfo__is_sanctioned": false,
"prismadata__ipinfo__gafi_status": "not_listed",
"prismadata__ipinfo__ofac_status": "not_listed",
// — Mascaramento —
"prismadata__ipinfo__is_vpn": false,
"prismadata__ipinfo__is_tor_exit_node": false,
"prismadata__ipinfo__connection_type": "residential",
// — Contexto temporal —
"prismadata__ipinfo__country_timezone": "America/Cayman",
"prismadata__ipinfo__country_utc_offset": "-05:00",
"prismadata__ipinfo__local_time": "2026-03-01T09:32:05-05:00",
"prismadata__ipinfo__is_business_hours": true,
// — Assinatura —
"prismadata__ipinfo__query_id": "b7e2f410-3c19-4d8a-aa01-998877665544",
"prismadata__ipinfo__signature_algorithm": "Ed25519",
"prismadata__ipinfo__signature_value": "YWJjZGVmZ2hpamtsbW5vcHFyc3R1dnd4eXo..."
}
A API retorna os dois conceitos separadamente porque as respostas operacionais são diferentes. Confundir os dois leva a falsos positivos — bloqueios indevidos — ou à resposta errada para o risco real.
A API retorna os dois contextos separadamente — porque a resposta de compliance é diferente para cada um.
is_tax_haven_rfb e is_sanctioned são campos independentes. Uma jurisdição pode ser paraíso fiscal sem sanções (Ilhas Cayman) ou ter sanções sem ser paraíso fiscal (Rússia). Seu motor de risco pode tratar cada combinação com a resposta adequada.
O mesmo endpoint usado para PLD/FT já retorna os flags de paraíso fiscal. Não é um produto separado — é uma camada adicional de inteligência no mesmo retorno.
Referências:
¹ Receita Federal do Brasil, Instrução Normativa RFB 1.037/2010 (e atualizações). Lista de países e dependências com tributação favorecida.
² União Europeia, Lista de Jurisdições Não Cooperantes para Fins Fiscais. Atualizada semestralmente pelo Conselho da UE.
³ BACEN, Circular 3.978/2020. Jurisdições de tributação favorecida como fator de risco no framework de PLD/FT.
⁴ Febraban/Fin, Selo de Prevenção a Fraudes, 2025. 22 instituições certificadas; 8 pilares avaliados pela EY, incluindo gestão de risco transacional.
⁵ BC/Decon (Gerson Romantini), Finsiders Brasil, mar. 2026. BC inspeciona todas as IPs com foco em PLD/FT; fintechs classificadas como "risco aumentado".
Converse com a PrismaData. Enquanto o BC inspeciona todas as IPs do Brasil e o Selo de Prevenção a Fraudes (Febraban/Fin) expande para fintechs, o mesmo endpoint que já detecta sanções e VPN retorna os flags de paraíso fiscal — sem nenhuma integração adicional.